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12/02/2020

Diocese de Santo André lança folheto litúrgico em Braille

O propósito do projeto é que a pessoa com deficiência visual sinta-se acolhida e integrada em sua comunidade

Diocese de Santo André lança folheto litúrgico em Braille - Notícias - Arquidiocese de Goiânia

A evangelização é a missão de todo cristão aqui na terra e, para cumprir esse objetivo, é necessário criar novos meios de evangelização, para que ninguém seja excluído.

No sudeste do estado de São Paulo, o Setor Inclusão da Diocese de Santo André está inovando nas novas formas de evangelização. A novidade é que, neste ano de 2020, foi criado o folheto ABC litúrgico em Braille. O principal objetivo do folheto é facilitar o acesso dos cegos e daqueles que têm baixa visão.

 

De acordo com o padre Claudio Pereira dos Santos, assessor diocesano do Setor Inclusão, “o Setor Inclusão está preparando com todo carinho esse material para que chegue até você. Ajudem-nos a divulgarmos em todas as 106 paróquias e inúmeras comunidades mais essa boa notícia em nossa diocese. Que Deus nos abençoe e nos conduza nesta linda missão”, comenta o padre, afirmando que a iniciativa é pioneira no Brasil.

 

O propósito do projeto é que a pessoa com deficiência visual sinta-se acolhida e integrada em sua comunidade.

 

Para adquirir o folheto

Para ter o folheto em mãos, a encomenda do ABC Litúrgico em Braille deve ser feita através do Centro Diocesano de Pastoral, pelo e-mail: centropastoral@diocesesa.org.br, WhatsApp: (11) 99981-1233, ou pelo telefone: (11) 4469-2077.

 

Mensagem do Papa para o Dia Internacional das Pessoas com Deficiências

Em 2019, o Papa Francisco dedicou uma Mensagem por ocasião do Dia Internacional das Pessoas com Deficiências, no documento está escrito que: “É necessário cuidar e acompanhar as pessoas deficientes em todas as condições de vida, utilizando inclusive as tecnologias modernas, mas sem as absolutizar; enfrentar as situações de marginalidade com força e ternura; acompanhá-las e “ungi-las” de dignidade para uma participação ativa na comunidade civil e eclesial. Trata-se de um caminho exigente e também cansativo, que contribuirá cada vez mais para a formação de consciências capazes de reconhecer cada um como pessoa única e irrepetível.”

 

Via Vatican News com Assessoria de Comunicação/Imprensa: Diocese de Santo André