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14/02/2019

1ª Reunião Mensal de Pastoral 2019

Versículo bíblico que ilumina o tema da CF 2019 é refletido com fiéis da Arquidiocese

1ª Reunião Mensal de Pastoral 2019 - Notícias - Arquidiocese de Goiânia

A primeira Reunião Mensal de Pastoral de 2019 aconteceu no último sábado, 9 de fevereiro, no Centro de Pastoral Dom Fernando. O versículo de Isaías “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (1,27), lema da Campanha da Fraternidade 2019, foi tema da reunião. A reflexão sobre a Campanha teve início na última reunião mensal de 2018, realizada em 8 de dezembro, que abordou o tema “Fraternidade e Políticas Públicas”, sob a perspectiva jurídica.

 

 A assessoria foi da promotora de Justiça, Suelena Carneiro Caetano Fernandes Jayme, que ressaltou a importância dessa temática para os cristãos. “Este tema vem reforçar a preocupação da Igreja Católica com a vida do povo brasileiro. Sua atuação consolida e difunde o seu legado como importante instituição que muito contribui para as discussões e ações de impacto social e político em nosso país.”

Pe. João Paulo Santos de Souza

O missionário redentorista, padre João Paulo Santos de Souza, foi o assessor da reunião e refletiu, com os presentes, sobre a perspectiva bíblica da CF deste ano. Iluminada pela Sagrada Escritura e pelos ensinamentos da Igreja, a Campanha tem o objetivo de “estimular a participação em Políticas Públicas, à luz da Palavra de Deus e dos ensinamentos da Igreja, para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade”, ressaltou o assessor.

 

O padre explicou o significado da palavra Justiça na bíblia: “tem um significado mais amplo que uma mera equidade, ela quer dizer, também, verdade e amor misericordioso. Logo, para que a justiça se realize plenamente, ela precisa ser verdadeira e cheia de misericórdia”. Ele citou ainda as palavras do monge Enzo Biachi, para o qual “a verdadeira justiça é aquela que escandaliza”.

 

Segundo o padre João Paulo, nós devemos ser profetas, pois a profecia só acontece em um mundo onde a injustiça está presente. Mas o profeta não vem somente para denunciar o mal, ilustrou, citando o biblista italiano, Pietro Bovati, que afi rma: “o profeta é um promotor da justiça lá onde a justiça é sufocada”. Ele é um instrumento de transformação da sociedade porque fala o que vem ao coração, ilumina a mente e torna capaz a obediência à vontade de Deus, que é ‘fazer justiça’.

O padre Vítor Simão, coordenador da reunião mensal, explicou o porquê de iniciar o ano refletindo sobre o tema da Campanha da Fraternidade. “Como a Campanha da Fraternidade começa na Quarta- -feira de Cinzas, ou seja, no mês de março, em fevereiro já propomos uma reflexão para que os fiéis possam se preparar para, no tempo da Quaresma, refletir o tema da Campanha da Fraternidade com toda Igreja no Brasil.”

 

 

O coordenador da reunião informou ainda sobre a caminhada das reuniões mensais em 2019. “Neste ano nós queremos, a cada mês, atentar sobre o que a Igreja, de modo geral – Igreja arquidiocesana, no Brasil e no mundo ‒ propõe para reflexão, como por exemplo, temas referentes a juventude, família, vocações ou mesmo sobre as necessidades mais iminentes da vida pastoral de cada paróquia”, disse.

 A próxima reunião mensal acontece no Centro Pastoral Dom Fernando, no segundo sábado do mês de março, dia 9.

 

Novo Projeto

Na segunda parte da reunião, o padre Rodrigo Lacerda, coordenador da Pastoral Vocacional, anunciou o projeto Muitas vocações, uma só Igreja, que será implantado na Igreja de Goiânia, e apresentou um vídeo com os testemunhos do frei Fernando Inácio Peixoto, do monsenhor Lino Dalla Pozza e do recém- ordenado diácono Fênykis de Oliveira Silva, mostrando a beleza da vocação e de se entregar ao chamado de Deus.

Pe. Rodrigo Lacerda apresentando o projeto

 

Ao final da reunião, o arcebispo metropolitano de Goiânia Dom Washington Cruz pediu a todos os presentes que rezassem pelas vocações e, também, que paróquias, pastorais e movimentos trabalhem em seus ambientes de atuação para motivar os jovens, que sentem o chamado de Deus, a dar uma resposta.

 

 

Marcos Paulo Mota
Acadêmico de Jornalismo/PUC Goiás