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28/07/2020

A Cruz

Série Espaços Litúrgicos

A Cruz - Notícias - Arquidiocese de Goiânia

Nesta edição, em que apresentamos o quarto tema da nossa série sobre os espaços litúrgicos, padre José Luiz da Silva, reitor do Seminário São João Maria Vianney, traz um outro sinal eloquente para os católicos espalhados pelo mundo: a cruz. A Instrução do Missal Romano assim determina: “Sobre o altar ou junto dele coloca-se também uma cruz, com a imagem de Cristo crucificado” (IGMR, 308). Notam-se dois elementos fundamentais sobre o lugar da cruz; é sobre o “altar” ou “junto dele”. Não se trata, portanto, de se ter uma cruz sobre o altar, outra ao lado dele e outra fixada na parede. Por isso, a Igreja orienta que coloque “uma cruz” com o crucificado. A duplicidade, além de ferir a teologia litúrgica, fere também o decoro litúrgico.

A Igreja orienta que, mesmo fora das ações litúrgicas, permaneça junto ao altar, bem visível, a cruz com a imagem do crucificado. Nas igrejas, que já possuem um grande crucifixo fixado na parede, atrás do altar, não há necessidade de ter outro para a visibilidade no presbitério. Qual o significado da cruz com o crucificado? Ela nos remete a paixão, morte e ressureição de Jesus; ela serve “para recordar aos fiéis a paixão salvadora do Senhor” (IGMR, 308); ela revela que o Rei se fez pequeno, Servo e assumiu a nossa humanidade, menos o pecado, até o extremo, sofrendo a morte por amor a nós; ela nos mostra o esvaziamento do Filho de Deus, que na cruz entrega o espírito ao Pai (Jo 19,30).