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07/02/2018

Transferências

Paróquias acolhem novos administradores paroquiais

Transferências - Notícias - Arquidiocese de Goiânia

Padre Elenivaldo é empossado na Paróquia São Sebastião, do Jardim América

Após seis anos e meio como administrador paroquial da Paróquia Santa Luzia, do Novo Horizonte, padre Elenivaldo Manoel dos Santos foi transferido para a Paróquia São Se­bastião, do Jardim América. A missa de posse aconteceu no domingo (4), às 7h30 da manhã, na igreja matriz da paróquia. Presidiu a celebração, o arcebispo Dom Washington Cruz.

A igreja estava lotada de leigos de diversas paróquias por que passou padre Elenivaldo: São José, de Via­nópolis; Santa Cruz, de Aparecida de Goiânia; e Santa Luzia, do Novo Horizonte. Dom Washington, ao di­rigir palavras à comunidade sobre o novo administrador, lembrou e agradeceu por aqueles sacerdotes que passaram mais recentemente pela Paróquia São Sebastião: padre Antônio Martins, mons. Daniel Lagni e padre Zezão.

Em seguida o arcebispo fez uma breve explicação sobre o significado do padre na comunidade paroquial. “O padre na comunidade é uma presença sacramental do próprio Cristo que, através do homem, santifica e governa o povo de Deus. É dom e instrumento de Deus. Dom precioso da graça divina para a comunidade. E dom exige gratidão”, disse. Dom Washington também pediu que o padre cuide para que ninguém se sinta excluído e que sejam criados o Conselho de Pastoral e o Conselho Administrativo ou Econômico.

 Após receber os objetos e lugares da igreja (chaves do templo, chaves do sacrário, batistério e óleos santos, estola roxa), padre Elenivaldo recebeu um abraço fraterno do arcebispo e a paz do Senhor. O padre, por sua vez, agradeceu o carinho de todos e pediu orações por ele e pelos novos párocos da Paróquia Santa Luzia, os padres Carlos Eduardo (Cadu), que deixou a São Sebastião e padre Arpuim, que até então colaborava com o Santuário Sagrada Família. “Peço que Deus nos guie nesta bela aventura que começa no dia de hoje”, concluiu o sacerdote.

 

Padre Marcos Reges é o novo administrador da Paróquia São Leopoldo Mandic

Na missa de posse do padre Mar­cos Reges Valente, novo adminis­trador paroquial da Paróquia São Leopoldo Mandic, do Setor Jaó, no domingo (4), o bispo auxiliar Dom Levi Bonatto, refletiu sobre o Evan­gelho do dia (Mc 1,29-30). “Jesus não parava e os apóstolos não ti­nham tempo para nada, tantas eram suas atribuições com o mestre, de pregar, evangelizar, curar. A força deles estava na oração”, afirmou. Nesse Evangelho, conforme Dom Levi, Jesus nos mostra o poder da oração e a importância de colocá-la sempre antes das importantes deci­sões de nossas vidas, como o Senhor mesmo o fez no Monte das Olivei­ras (Mt 26,36-46). “Às vezes parece que quem reza muito, não faz nada. O povo procurava Jesus e muitas vezes ele estava rezando, porque a oração é vital, é remédio para todos os males e a própria Carta de São Tiago diz: ‘está triste, rezai’” (5,13).

Sobre a posse do novo pároco, Dom Levi explicou que aquela cele­bração significa a solicitude da Igreja para o seu povo. “Nossa comunida­de deve rezar pelo bom êxito dessa transferência. Acolham seu novo pastor, rezando para que ele tenha um bom pastoreio, um bom gover­no. Para isso, é preciso muita unida­de para que as coisas funcionem. Se alguém não está unido ao corpo mís­tico, é como que uma doença, todo o corpo padece”, enfatizou. Logo após a homilia, padre Marcos prometeu desempenhar o ofício em nome da Igreja, com diligência, guardando o depósito da fé com fidelidade.

Padre Marcos é da Diocese de Formosa (GO). Ele vem da Paró­quia Santíssima Trindade, onde fi­cou por 11 anos. Ele é o mais jovem de uma família de sete irmãos e foi ordenado padre há 23 anos. É mes­tre em Bíblia pela Pontifícia Uni­versidade Gregoriana de Roma e, além da Itália, morou também nos Estados Unidos, por um ano. Des­de 2002 fora do Brasil, ele voltou a nosso país em 2006, para assumir a Paróquia Santíssima Trindade, em Planaltina (GO). “Foram 11 anos vi­vidos com muita intensidade e hoje o Senhor me traz para esta nova missão. Quero dizer que a decisão não foi minha, mas do Espírito San­to e eu só respondi. Sou de outra diocese, mas da mesma Igreja de Cristo e eu vim para ser um com vo­cês. Quero dizer ainda que não vou morar em outro bairro, mas aqui na paróquia com vocês”.

 

Padres Arpuim e Cadu são transferidos para a Paróquia Santa Luzia

Na noite de domingo (4), a Pa­róquia Santa Luzia, do Novo Hori­zonte, que acabara de se despedir do padre Elenivaldo, acolheu o seu novo administrador, padre Arpuim Aguiar de Araújo, e o vigário, padre Carlos Eduardo Santos Nascimen­to. A missa foi presidida por Dom Washington Cruz que refletiu sobre o sentido da paróquia na vida cristã: “comunidade de pessoas que cami­nha em unidade e partilha sua fé” e que, formada por batizados, são partícipes e corresponsáveis por ela.

O padre, disse o arcebispo, é o pastor ao qual a paróquia é confia­da, que exerce atividades pastorais e que, sob autoridade do arcebispo, exerce o múnus de ensinar, santifi­car, governar o povo de Deus. “O pa­dre tem a obrigação de fazer todo o possível para que a Palavra de Deus seja anunciada em sua integridade”.

Ele também exortou os padres que chegam a cuidar para que os fiéis lei­gos sejam instruídos nas verdades da fé e, nas homilias, sobretudo dos do­mingos e dias de preceito, a se dedi­car à formação catequética, de modo especial das crianças, dos jovens, e adultos, e dos não evangelizados.

Ao fim da celebração, padre Ar­puim agradeceu, por ele e pelo padre Carlos Eduardo, a Dom Washington, pela confiança neles depositada. “Obrigado por confiar uma paróquia tão viva a este pobre servo”, disse. Em seguida ele disse que se sentia como que uma criança que vai pela primeira vez à escola, “com frio na barriga”, embora a segurança esteja à sua frente. “Respondemos do mes­mo modo que Davi ao enfrentar Go­lias. Você veio com espada e arma­dura, mas nós aqui viemos com o Se­nhor dos exércitos. Nós temos uma missão muito grande de salvar almas e por isso viemos para a Paróquia Santa Luzia.

Tenho São João Batista como meu guia desde a formação no seminário, porque ele foi um missio­nário que preparou os caminhos do Senhor. Essa é a minha intenção e a do padre Cadu. Agradeço também ao padre Elenivaldo que teve um pa­pel importante na minha caminhada e, pela providência divina, aconteceu esse presente para mim e para o pa­dre Carlos Eduardo e vir para a pa­róquia da qual tão bem ele cuidou”.

Fúlvio Costa