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História da Arquidiocese

Desde 1956 abençoando famílias Goianas

Primeira fase – de 1955 a 1957

A Arquidiocese de Goiânia foi criada pelo Santo Padre Pio XII, em 26 de março de 1956, pelo documento pontifício (bula) Sanctissima Christi Voluntas. Nessa data, Goiás constituía um só Estado, juntamente com os atuais Distrito Federal e Estado do Tocantins.

Numa extensão tão grande havia, apenas, as seguintes circunscrições: Arquidiocese de Goiás, Diocese de Porto Nacional, prelazias de Jataí, São José do Alto Tocantins (Niquelândia), Ilha do Bananal e Tocantinópolis.

Em 1955, Dom Emanuel Gomes de Oliveira, arcebispo de Goiás, convocou uma reunião dessas dioceses e prelazias – a Província Eclesiástica de Goiás – para um estudo, com a finalidade de fazer uma revisão da divisão eclesiástica do Estado e oferecer à Santa Sé o pedido de reestruturação das dioceses, com a possível supressão de algumas e a criação de outras. Dom Emanuel não chegou a presidir essa reunião, pois faleceu dia 12 de maio daquele ano. Os bispos, reunidos por ocasião do sepultamento do arcebispo em Goiânia, fizeram o plano e o pedido.

A Santa Sé reorganizou, assim, as dioceses do Estado:

  • Arquidiocese de Goiânia – sede da Província;
  • Dioceses: Goiás, Porto Nacional, Jataí e Uruaçu (com a extinção da Prelazia de São José do Tocantins);
  • Prelazias de Tocantinópolis, Cristalândia e Formosa (supressão da Prelazia da Ilha do Bananal).

Segunda fase - De 1957 a 1986

Em 16 de junho de 1957, a arquidiocese foi instalada pelo então núncio apostólico no Brasil, Dom Armando Lombardi, em um ato solene realizado na Praça da Catedral. Na mesma ocasião, o primeiro arcebispo de Goiânia, Dom Fernando Gomes dos Santos, tomou posse.

Começou, aí, uma nova e preciosa fase da Igreja em Goiás. O rápido processo de urbanização trouxe novas demandas de uma organização eclesiástica e eclesial mais ágil para cumprir as exigências da evangelização. Dom Fernando assumiu a nova arquidiocese e convocou as forças vivas que estavam dispersas; uniu-as e coordenou-as, começando a criar a mística da missão entre os fiéis. Direcionou a Romaria do Divino Pai Eterno, confiada já aos padres redentoristas, a quem apoiou e orientou para que a vida das romarias se distinguisse da vida paroquial. E, assim, a pastoral do Santuário foi tomando feições novas de Pastoral das Romarias.

Enquanto retomava as obras da construção do novo santuário em Trindade, dinamizava o acabamento da Catedral de Goiânia, e levava avante a preparação de espaços físicos e a estruturação da Cúria Metropolitana, do Seminário da Arquidiocese e de um Centro de Formação e Treinamento de Líderes (hoje, Centro Pastoral Dom Fernando).

Maior, porém, para a história de nossa Igreja, foi seu empenho evangelizador. Dinamizou o clero, realizando reuniões mensais (iniciadas em julho de 1957), estimulou a participação pastoral das religiosas e dos leigos. Criou a Obra das Vocações Sacerdotais e despertou uma crescente consciência da identidade da nova Arquidiocese.

Em 1958, Dom Fernando criou a Sociedade Goiana de Cultura (SGC) que, sob a sua presidência, foi encarregada de viabilizar a abertura da Universidade Católica. Esta foi criada em 1959, por decreto presidencial, com quatro faculdades incorporadas (Filosofia, Ciências e Letras; Ciências Contábeis e Atuárias; Belas Artes; e Direito) e duas agregadas (Enfermagem e Serviço Social), com o nome de Universidade de Goiás.

As Assembleias Arquidiocesanas também fazem parte da caminhada da Arquidiocese. Iniciadas por Dom Fernando com o objetivo de construir um projeto comum, elas se constituíram num processo participativo, gerador de comunhão e corresponsabilidade na missão. Foram nove assembleias realizadas de 1977 a 2000, tendo como maior destaque a opção preferencial pelos pobres.

Terceira fase – de 1986 a 2002

Dom Antonio Ribeiro de Oliveira sucedeu Dom Fernando e esteve à frente da Arquidiocese entre os anos de 1986 e 2002. Ele incumbiu-se de uma Diocese completamente diferente daquela assumida por seu antecessor, Dom Fernando. No seu governo, houve o fortalecimento da Sociedade Goiana de Cultura (SGC), inclusive com a criação do Instituto Dom Fernando, do Instituto de Pesquisas e Estudos Históricos do Brasil Central, da Fundação Aroeira e várias obras sociais nas áreas da infância, adolescência, juventude, terceira idade e família. Nesse período, a UCG foi revitalizada e reafirmou sua identidade católica, aberta ao pluralismo e ao serviço à comunidade. Também foi construído o auditório Santa Mãe da Igreja, no Centro Pastoral Dom Fernando, para atender às exigências dos trabalhos pastorais da Arquidiocese que não dispunha de um espaço amplo para grandes reuniões.

Em sua caminhada, a Arquidiocese de Goiânia teve o privilégio de receber, em 15 de outubro de 1991, a visita pastoral do Santo Padre João Paulo II, que deixou como penhor de seu amor pastoral a sua bênção apostólica. A Cátedra de onde falou ao povo de Deus está na Catedral Metropolitana, assim como o cálice deixado como presente, que lembra sempre a Palavra e a Eucaristia como expressão maior de Comunhão da Arquidiocese com o sucessor de Pedro.

Quarta fase – de 2002 até 2017

Com o acolhimento da renúncia de Dom Antonio, Dom Washington Cruz foi nomeado Arcebispo de Goiânia em 8 de maio de 2002. Tomou posse no dia 14 de julho do mesmo ano em solenidade no adro fronteiriço da Catedral Metropolitana. Depois de ter realizado visitas pastorais a todas as comunidades da Arquidiocese, ouvindo-as e nelas celebrando, e tendo em vista as mudanças da realidade urbana da área metropolitana, Dom Washington instituiu novas estruturas de serviço pastoral de evangelização, os Vicariatos Episcopais: Territoriais e Ambientais. Os Vicariatos

Territoriais, que descentralizam as áreas pastorais, garantindo mais capilaridade à missão e ação evangelizadora desta Igreja particular, estão confiados aos vigários episcopais que representam o arcebispo no território da Arquidiocese de Goiânia, agora dividido em nove vicariatos. Quanto aos Vicariatos Ambientais, foram criados três, que atuam dentro dos campos específicos de comunicação, caridade, saúde, cultura e educação.

Na área da educação, Dom Washington Cruz dinamizou a Universidade Católica de Goiás que, em 2009, foi reconhecida pelo Vaticano como de direito pontifício. No cuidado com a formação presbiteral, consolidou o Seminário Maior, criou o Curso Propedêutico Santa Cruz e o Centro Vocacional São João Paulo II e possibilitou a construção do prédio do Instituto Santa Cruz de Filosofia e Teologia. Instituiu a Escola Diaconal Santo Estêvão, para a formação de diáconos permanentes e a Escola de Ministérios, que tem garantido a formação integral e permanente dos leigos.

O Sínodo Arquidiocesano de Goiânia foi outra iniciativa do pastoreio de Dom Washington Cruz. Após uma fase preparatória de três anos, foi realizado em sessões sinodais, no ano de 2012, seguindo os temas orientadores: Palavra, Liturgia e Caridade. O trabalho de síntese de todas as contribuições da assembleia sinodal sobre o pensar e o caminhar da Igreja em Goiânia foi apresentado em três documentos conclusivos de orientações pós-sinodais.

Também até esta fase do governo diocesano, Dom Washington envidou esforços significativos na busca de recebimento de área urbana onde poderia ser edificada a nova Catedral Metropolitana. Recebeu em doação uma área com extensão significativa, localizada no Parque Lozandes, região mais elevada na topografia da capital, ao lado da BR-153 e próximo ao Paço Municipal. Os projetos arquitetônicos da nova Catedral encontram-se em fase adiantada e, tão logo seja possível, será dado início aos trabalhos que comportam a edificação.

Grande ênfase também foi dada à ação social da Igreja arquidiocesana, com o fortalecimento das pastorais sociais em nossa Arquidiocese. Implantou a Feira da Solidariedade que foi realizada em oito edições anuais e agora se integra à Jornada da Cidadania, junto com a PUC Goiás.

Foi também sob seu pastoreio que o Santuário do Divino Pai Eterno alcançou o reconhecimento pontifício e tornou-se Basílica Menor. Dom Washington acompanha de perto as ações que os Redentoristas empreendem no sentido da construção da nova Basílica em Trindade.

 

Linha do tempo

  • (1956) - Arquidiocese de Goiânia é criada pelo Santo Padre Pio XII, em 26 de março de 1956, pelo documento pontifício Sanctissima Christi Voluntas.
  • (1955) - Em 1955, Dom Emanuel Gomes de Oliveira, Arcebispo de Goiás, articula a revisão da divisão eclesiástica do Estado.
  • (1957) - Em 16 de junho de 1957, instalação pelo núncio apostólico no Brasil, Dom Armando Lombardi, em ato na Praça da Catedral. Dom Fernando Gomes dos Santos assume a nova arquidiocese.
  • (1958) - Em 1958, Dom Fernando cria a Sociedade Goiana de Cultura (SGC) que é encarregada de preparar a Universidade Católica. 
  • (1959)  - Criação, em 1959, por decreto presidencial, da Universidade de Goiás.
  • (1986) - Dom Antonio Ribeiro de Oliveira sucede Dom Fernando em 1986 e governa até 2002.
  • No governo de Dom Antônio são criados o Instituto Dom Fernando, o Instituto de Pesquisas e Estudos Históricos do Brasil Central, a Fundação Aroeira, várias obras sociais e, ainda, o auditório Santa Mãe da Igreja.
  • A Arquidiocese de Goiânia teve o privilégio de receber a visita pastoral do Santo Padre João Paulo II, em 15 de outubro de 1991.
  • Em 8 de maio de 2002, Dom Washington Cruz é nomeado Arcebispo de Goiânia e toma posse no dia 14 de julho do mesmo ano.
  • Ordenado bispo em 19 de março de 2009, Dom Waldemar PassiniDalbello é nomeado bispo auxiliar em 30 de dezembro do mesmo ano.